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ESTUDOS DE DANÇA

16.02.2012


Gestos corporais como Sinais Proféticos

Na cultura bíblica antiga (hebraica), atitudes em relação a partes do corpo fazem alusão a diferentes situações: a cabeça ilustra liderança (1CO 11.3)- a cabeça levantada simboliza alegria, confiança, orgulho, exaltação. “… é a minha glória e o que exaltas a minha cabeça" (Sl 3.3). Os pés eram batidos no chão em ocasiões de extrema alegria ou tristeza. "Bate as palmas, bate com o pé e dize" Ah! Por todas as terríveis abominações da casa de Israel!”(Ez 6.11). Daí se principia os atos proféticos primitivos, através do uso do corpo como sinal profético.
Ministros de dança e Atos proféticos contemporâneos
As danças ministeriais ministradas por levitas ou ministros de dança vocacionadas a "profetizar" - além de evangelizar e pastorear pela arte, principalmente - através da adoração, seja pela dança, música, teatro e artes em geral, incluindo até elementos circenses ou esportivos, se necessários. Um exemplo disso são as mega ministração do ministério de louvor Renascer Praise (desde 1993) e Diante do Trono (gravações anuais, desde 1998, em cidades escolhidas sob a direção de Deus para as ministrações proféticos), a proclamação do Reino de Deus na Marcha para Jesus (desde 1993, no Brasil; iniciada em Londres em 1987 e atingindo mais de 170 nações) ou o Congresso de Resgate da Nação, realizado desde o ano 2000 em Porto Seguro, em prol da sanidade social, econômica e política brasileira; todos os atos proféticos regionais, nacionais ou mundiais.

 Danças ministeriais
Segue-se a descrição das danças ministeriais por suas funções:

Mestres da dança (dança magistral): o levita como um mestre ensina a igreja a seguir os mandamentos de Deus, compartilhando o conhecimento dado pelo Senhor à igreja que precisa saber de suas atribuições enquanto Corpo de Cristo, seja através de danças ou danças-teatro, orientando como um cristão deve agir diante de situações diversas, como tentações, provações e dilemas atuais. Este ministério se resume em ministrar princípios de Deus à igreja, ministros e adoradores. Talvez seja o mais importante de todos, ou melhor, seja a base para os demais. [3] 
Apóstolos da dança: A dança apostólica ocorre quando o adorador pela dança ou outra manifestação artística faz algo que gera influência e age diretamente na implantação do Reino de Deus na terra. É, inevitavelmente, uma dança de guerra (espiritual), um confronto entre luz e trevas, com vitória em Cristo, quando esta dança é totalmente Dirigida pelo Espírito Santo. Há frutos e efeitos palpáveis, perceptíveis, como curas e libertação espiritual, conversões em massa, fruto da chegada do Reino de Deus à localidade, cidade ou País. 
Profetas da dança (na dança profética): fazem guerra espiritual e profetiza pela adoração a união do Noivo com a Sua Igreja, expressa espontaneamente aquilo que Deus quer ministrar no momento ou o que Ele deseja revelar para pessoas e igreja local. 
Evangelistas da dança (dança evangelística): é aquela que dar a conhecer o Filho de Deus, procura alcançar o coração das pessoas através de sua dança, mostrando a necessidade de receberem a Cristo e de segui-lO. É a ministração mais comumente vista nas igrejas. 
Pastores da dança (dança pastoral): apascenta os adoradores, alimenta, traz direção e transformação à vida pessoal cristã na Palavra manifesta e expressa na dança. 

Atos Proféticos na Dança e Símbolos
São elementos eventuais da dança profética símbolos bíblicos ou representativos daquilo que se quer atingir profeticamente - fazendo-se então atos proféticos - como bandeiras, estandartes, mantos e véus denotando que "Javé é minha Bandeira", " O Senhor dos Exércitos", "Sua Bandeira sobre mim é o Amor", feixes de trigo e cestas de frutos e pães (colheitas espirituais de novas vidas ou físicas), vasos de barros (natureza humana), candelabro, azeite de oliva, vinho, fogo e água (símbolos do Espírito Santo).

A dança pode ter caracteres marciais (marchas e outros), movimentos intensos, rápidos e dirigidos (a pessoas, direções geográficas e localidades), uso de bandeiras, designando guerra espiritual ou tomada de territórios; cetro e bastões, coroa, representando o Soberano Senhor Jesus ou ser mais poética e apaixonada numa adoração mais íntima ou ser mais extravagante e solta, demonstrando liberdade, alegria, êxtase espiritual. Assim como pode
dispensar todos esses aparatos, quando se requer simplicidade ou não houver ocasião de festas cristãs ou atos proféticos específicos.

SIMPLIFICANDO TUDO A DANÇA PROFETICA É O RESULTADO DE MUITA BUSCA E COMUNHÃO COM DEUS, POIS A DANÇA PROFÉTICA NÃO FLUI DO HOMEM MAIS SIM DE DEUS.




03.02.2012


Em Espírito e em Verdade

O espírito que Jesus estava falando era o Espírito de Deus testificando com o nosso espírito e a verdade é a verdade bíblica, a Palavra. Então eu pergunto, onde na Bíblia está escrito que temos que recuperar alguma arte para Deus? Onde na Bíblia mostra qualquer tipo de dança pura que não seja a dança dos Judeus, que vinha do coração do povo de Deus? 

Davi, Miriã e o povo que dançou diante do Senhor nunca foram aprender nada de ninguém para dançar para Deus. Eles dançavam pela alegria e pela força que Deus os dava. Por isso afirmo que Deus está preocupado em resgatar almas! Porque quando uma alma for resgatada de verdade, não vai haver dança, ministério, nem outra motivação que possa tirar essa pessoa da igreja. 

Quando uma pessoa for convencida do amor incondicional de Cristo e sentir que a igreja passa essa verdade para ela, essa pessoa se transforma. E aí, quando não haver nenhuma arte para apresentar na igreja, mesmo assim, essa pessoa vai se sentir feliz. Porque a sua verdadeira motivação é Cristo! 

Uma pessoa só se torna um cristão de verdade, quando deixa uma vida de pecado e confia verdadeiramente em Cristo. A sua motivação em ir à igreja é para louvar a Deus, seja com arte ou não. 

Deus já deu todos os movimentos. Em Atos 17.28 diz: "Porque nele (Jesus) vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração". 














01.02.2012


1- Amor a Deus: 

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”. Mt 22.37

A nossa condição de servos obriga-nos a sermos desprovidos de vontade própria e sujeitos ao domínio integral do Senhor Deus. Isto significa: Primeiro à vontade de Deus e em segundo plano e em conformidade com os princípios divinos, o nosso querer. 

Esta condição é tão real, que o próprio Jesus, quando homem, submeteu-se por completo aos desígnios do Pai, a direção de Sua vida não estava mais sob seu controle. 

Ele disse: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres”. (Lc22.42) 

Esta sujeição incondicional era fruto do grande amor do Senhor Jesus, primeiro para com o Todo Poderoso e também pela humanidade que caminha a passos largos em direção à perdição eterna. 

2- Temor a Deus: Coração sábio. 

“Para ser sábio, é preciso primeiro temer a Deus, o SENHOR. Ele dá compreensão aos que obedecem aos seus mandamentos. Que o SENHOR seja louvado para sempre!” (Sl 111.10) 

Temor a Deus significa que devemos possuir sentimento de reverencia e respeito, ao contrário do que pensam alguns, ao associar temor a medo. É inconcebível que vidas impuras, desprovidas de santidade possam tomar lugar no desempenho da obra do Senhor. A falta do temor abre brechas através das quais, o maligno infiltra-se e as obras da carne ganham espaço. As pessoas que deveriam ser adoradores tornam-se em “dançarinos”, ávidos pelos elogios, sentem prazer quando são glorificados por fazerem bem as coreografias. 

... Como é que vocês podem crer, se aceitam ser elogiados pelos outros e não tentam conseguir os elogios que somente o único Deus pode dar?... Se eu elogiasse a mim mesmo, os meus elogios não valeriam nada. Quem me elogia é o meu Pai...” (Jo 5.41,44;8.54) Movido pelo amor e temor, Jesus despiu-se da glória celeste, colocando-se apenas como instrumento nas mãos de Deus, para ser útil ao Reino, Ele dispensou os elogios, veja: “Eu não procuro ser elogiado pelas pessoas” (Jo 5.41) 

3- Santos e Puros: 

“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. (Rm 1:1) 

A exemplo de Paulo, somos chamados para fazermos a obra do Senhor Deus, em diversas áreas no Reino. Separados para a honra e glória do Senhor. Consciente desta condição é preciso que haja uma adequação da vida ao viver definido por Deus. Você foi chamado pelo Espírito Santo para integrar o ministério de dança? Louvor? Pregação da Palavra? Líder na igreja? Oh graças! És bem-aventurado! O mandamento é: Seja Santo! A santidade nos proporciona: -A oportunidade de comungarmos as mesmas idéias do Senhor. -E intimidade profunda com Ele. 

Quando isto é uma realidade, a nossa alegria é glorificá-Lo com os nossos atos. Os frutos da carne: “... a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. (Gl 5.19-21) São inexistente na vida que procura ser santa e pura.









29.01.2012



1-    Ter um chamado de Deus para o ministério.
A pessoa que irá assumir a direção do louvor com danças, deve ser alguém chamado por Deus para trabalhar nesta área. Não pode simplesmente ser alguém que goste ou tenha habilidade para dançar. Muitos líderes procuram aqueles que têm habilidade, mas se esquecem do chamado e acabam colocando a pessoa em uma posição em que não deveria estar. Estar no centro do propósito de Deus para as nossas vidas é um dos princípios básicos para termos um ministério ungido. A liderança da igreja deve orar por alguém que possua ambas qualidades: o chamado e a habilidade. “Eis que chamei pelo nome a Bezalel... e o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento, em todo artifício...” Ex 31: 1,3

2-Ter habilidades para o ministério.
O dirigente de adoração com danças, deve ser alguém que também possua habilidades naturais na área da dança e que seja alguém disposto a desenvolver estas habilidades. O grupo precisa ter ensaios regulares onde estarão desenvolvendo técnicas corporais na área da dança. Para tal, é necessário que orem para que Deus levante profissionais da área que se disponham a ensinar e treinar o grupo. 

3-Precisa ser um adorador
A adoração que é feita junto com a congregação deve ser a extensão da vida de adoração que cada crente deve ter na sua intimidade com Deus. O dirigente de louvor com danças deve então, em seu momento a sós com Deus, ministrar diante dEle dançando. Desta forma, sua ministração junto à congregação, não será uma representação, mas uma realidade de vida que poderá realmente trazer o mover de Deus. Uma pessoa que dança em louvor e adoração somente quando existem pessoas olhando, deve questionar se sua dança realmente está sendo direcionada a Deus ou às pessoas. 

4-Ter maturidade espiritual
Ter um caráter de adorador, é um princípio que nos habilita a trabalhar em toda e qualquer área dentro da Igreja. Consiste em ter uma vida de santidade, de entrega e renúncia diante de Deus, além de um coração humilde, submisso e ensinável. Quantas vezes recebemos reclamações de líderes, dizendo que o grupo de dança é insubmisso, não se envolvem nas demais atividades da igreja e não se deixam tratar. É por esta razão que muitos líderes nas igrejas fecham o coração para os grupos de dança, pois estes muitas vezes não dão testemunho, não possuem caráter aprovado, enfim não se comportam como ministros. Pessoas imaturas ou novas na fé, não devem fazer parte do ministério com danças. O líder como os demais, deve então ser exemplo em maturidade e caráter, para que o ministério cumpra seu propósito.

5- Sensibilidade espiritual
A sensibilidade Espiritual é algo fundamental para o líder de louvor e adoração com danças. Deve-se buscar em oração antes da ministração, qual é a direção de Deus para aquele momento. Às vezes o Espírito nos dirige a ministrar com bandeiras profetizando às nações, em outros momentos o Senhor nos dirige em relação ao o que dançar e como fazê-lo. É necessário que o dirigente entenda que através da dança nós oramos, intercedemos, profetizamos, louvamos e adoramos. Tudo isto tem que ser feito debaixo de uma direção de Deus e para isto é necessário ter sensibilidade.

6- Preparo em oração
É fundamental que antes de uma ministração, a equipe ganhe tempo em oração diante de Deus. Se lavando diante de Deus, se consagrando, profetizando e buscando direção para aquele momento. Infelizmente, ainda vemos grupos que chegam ao culto em cima da hora da ministração, outros que gastam horas com a arrumação das roupas, do cabelo, da maquiagem e ficam somente alguns poucos minutos orando. Penso sim que devemos ser excelentes nas vestimentas e na forma de nos apresentarmos diante de Deus, mas devemos nos lembrar que esta excelência deve ser também de coração, nos apresentando pra Deus em santidade e intenso desejo da presença dEle. Um dia um pastor amigo, me disse uma frase que jamais vou esquecer. Ele disse que no louvor e adoração com danças, Deus não vê dança, vê corações, semelhantemente no louvor e adoração com música Deus não ouve música, ouve corações. Nossos corações devem então estar limpos e adornados para que o nosso louvor e adoração cheguem ao coração de Deus. 

7- Estar em sintonia com o dirigente de Louvor com música
Para que haja ordem no culto, o dirigente de louvor com danças, deve estar em sintonia com o dirigente de louvor com música. Deve estar atento para direções como: Vamos nos curvar diante de Deus, Vamos aplaudir ao Senhor, Vamos nos aquietar... É muito estranho quando o dirigente de louvor dá uma direção, toda a congregação o segue menos a equipe de dança. Isto pode chegar a acontecer por falta de atenção ou mesmo orientação. Do mesmo modo acontece o oposto, o dirigente da dança pode ter uma direção de Deus e o dirigente da música deve ter sensibilidade para o seguir. Uma pessoa madura espiritualmente sabe estar em adoração e ao mesmo tempo estar ciente de tudo o que está acontecendo ao seu redor. O dirigente da dança e o dirigente da música devem andar em sintonia, para que a congregação tenha segurança de que todos estão caminhando para um mesmo objetivo em unidade de coração.









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